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“Graphic novel também é romance”

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“Graphic novel também é romance”: por que os jurados do Booker Prize acertaram ao escolher uma delas como finalista Depois do anúncio de que Sabrina, de Nick Drnaso (sem tradução no Brasil), é a primeira graphic novel da história indicada ao Man Booker Prize, Joanne...
Resgatando a Inglaterra: a retórica do imperialismo e o Exército da Salvação

Resgatando a Inglaterra: a retórica do imperialismo e o Exército da Salvação

Evidentemente, a visão de William Booth sobre o colonialismo não se limitava somente à metáfora ou à retórica: o projeto colonial britânico oferecia precisamente o mecanismo pelo qual essa ideia seria realizada. Ao definir a Inglaterra como um lugar de trevas, Booth ilumina seu “plano de libertação”: um projeto que relaciona a reforma moral e religiosa a empregos vantajosos em colônias cuidadosamente construídas na própria Inglaterra e no exterior. Seu modelo interdependente pretendia oferecer “trabalho para todos” por meio de um “esquema” que “se divide em três seções e cada uma é indispensável para o sucesso integral”. O autor chamou esse esquema em três partes de “família patriarcal”.

A questão da mulher na ficção científica

A questão da mulher na ficção científica

Até que a igualdade de gêneros seja conquistada, a ficção científica continuará sendo apenas uma fração do que poderia ser. Ação afirmativa para mulheres na ficção científica não é apenas justificada, mas essencial para a evolução do gênero.