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O livro da selva de Rudyard Kipling

Avaliado como 5.00 de 5, com baseado em 2 avaliações de clientes
(2 avaliações de clientes)

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Capa dura, ilustrações coloridas, cores especiais, texto integral

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Os animais falam, mas não é uma fábula para bebês dormirem. Tem criança protagonista, mas ninguém toma leite com chocolate. A vida é mais dura quando macacos enlouquecidos, tigres vingativos e humanos ambiciosos querem desviar Mowgli da Lei da Selva. Rudyard Kipling criou Mowgli em 1893. Disney o adaptou para o cinema em 1967. É um livro clássico, de leitura fácil, que agora também está livre e gratuito para todos.

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2 avaliações para O livro da selva de Rudyard Kipling

  1. Avaliação 5 de 5

    Ricardo Giassetti

    Comecei a traduzir “O livro da selva” já pensando que essa tradução deveria chegar a todos, sem distinção geográfica ou financeira. Foi daí que começou a surgir a ideia de uma iniciativa que pudesse viabilizar as traduções em Domínio Público. Acredito que eu nunca tinha realmente lido esta obra antes de traduzi-la. Confesso que me emocionei com as aventuras de Mowgli, me apaixonei pelas histórias de Kotick, a foca branca, e Toomai dos elefantes. Minha filha de cinco anos, a Olivia, uma vez ficou brava comigo porque contei a história de Rikki-tikki para seus amiguinhos da escola. “Era só minha aquela história!” Coitadinha, mal sabe que agora ela será, por direito, de mais de 200 milhões de brasileiros.
    Espero que se divirtam e se emocionem! Leiam para seus filhos, presenteiem os adolescentes, incentivem os adultos.

  2. Avaliação 5 de 5

    Gustavo Campello

    Uma iniciativa de primeiro mundo!

    O Brasil precisa desesperadamente de mais cultura e o “Domínio ao Público” vem preencher um vazio cultural que existe no país em um momento bem sombrio.

    Orgulhoso de quem tomou essa iniciativa e orgulhoso de poder comprar um livro desses e fazer parte dessa história.

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Descrição

Você acabou de aprender a andar, está perdido na selva com um tigre faminto querendo mastigar os ossos do seu corpo. Por sorte, uma família de lobos acha você engraçado e o adota. Um ser humano pode viver entre os animais? Como essa relação pode dar certo? Depois que você vira um “animal”, é possível voltar a conviver com pessoas? A vida de Mowgli, a “pequena rã”, é contada por Rudyard Kipling de um modo comovente e cheio de aventuras.

Além de três histórias de Mowgli, outros quatro contos incríveis! Um jovem mangusto salva uma família inteira de um casal de najas; uma foca branca busca a praia perfeita, onde nenhum matador de focas jamais chegaria; o caçula de uma família domadora de elefantes é a única pessoa a participar da misteriosa dança noturna dos elefantes; e os animais do exército britânico discutem as batalhas sem sentido dos homens brancos.

240 páginas, 16 x 23 cm

Tempo de leitura: 3,5 horas

Título original: The Jungle Book (1894)

Tradução: Ricardo Giassetti

Ilustração: Andre Ducci

Joseph Rudyard Kipling nasceu em Bombaim (Mumbai), em 30 de dezembro de 1865, e morreu em Londres, em 18 de janeiro de 1936. Autor de poemas, contos, ensaios e romances, recebeu o Nobel de Literatura em 1907. Admirado por T. S. Elliot e Jorge Luis Borges, Kipling foi porta-voz do ideal imperial britânico. Era repórter da presença de cidadãos e soldados do Reino Unido na Índia e outros países ao final do século 19.

Sua obra é polêmica, pois ao mesmo tempo em que exalta a beleza e os detalhes da Índia, endossa a dominação britânica. Entre seus críticos estavam George Orwell, autor de 1984. Kipling perdeu sua filha Josephine para a pneumonia em 1899 — para quem escreveu as histórias de O Livro da Selva e um filho, John, na Primeira Guerra Mundial.

Abaixo, um trecho do artigo de Nina Martyris para a revista New Yorker:

Kipling é frequentemente ridicularizado como um fanático imperialista que prostituiu seu incrível talento para a propaganda e a política. Mesmo durante a guerra, recebia cartas dizendo que um apoiador da guerra merecia perder seu filho. Mas isso é uma leitura errônea de suas repetidas advertências sobre uma invasão alemã, para que a Grã-Bretanha se preparasse. Certamente se entregava ao culto ao império, mas esse era apenas um dos aspectos desse homem paradoxal e contencioso.

Em sua poesia, dramatiza a guerra como uma aflição primitiva, que desencadeia alegria, raiva e terror. O fantasma de John assombra seus textos, chamuscando-os com raiva. Em “The Children”, por exemplo, o poeta reitera tranquilamente a promessa de retribuição, apenas para retornar a um insuportável impasse: “Mas quem devolverá nossos filhos?” O poema “A Death-Bed” pretende ser abertamente desagradável, comemorando a notícia de que o Kaiser alemão tem câncer. A tristeza e a ira sinistras convergem para uma palavra desdenhosa que ele usava para descrever o homem que considerava ser o responsável pela guerra: o Coisa.

Informação adicional

Peso 0.35 kg
Dimensões 3 x 16 x 23 cm