Por que as línguas de Tolkien superaram o esperanto?

Por que as línguas de Tolkien superaram o esperanto?

R. R. Tolkien começou a escrever A queda de Gondolin ainda de licença médica durante a Primeira Guerra Mundial, há mais de cem anos. É a primeira história do que viria a ser seu lendário O Senhor dos Anéis e a mitologia que o sustenta. Porém, por trás da ficção havia...
Como Charlotte Brontë continua viva no século 21?

Como Charlotte Brontë continua viva no século 21?

O que leva leitores, geração a fio, a continuar se emocionando com os livros de Charlotte Brontë, especialmente Jane Eyre? Os romances de Brontë são bildungsromane — romances de formação —,mas diferenciam-se notoriamente dos livros de Jane Austen sobre a entrada das...
“Graphic novel também é romance”

“Graphic novel também é romance”

“Graphic novel também é romance”: por que os jurados do Booker Prize acertaram ao escolher uma delas como finalista Depois do anúncio de que Sabrina, de Nick Drnaso (sem tradução no Brasil), é a primeira graphic novel da história indicada ao Man Booker Prize, Joanne...
Fake news! Laranja Mecânica: ultraviolência e espiões russos

Fake news! Laranja Mecânica: ultraviolência e espiões russos

Anthony Burgess é famoso por seu livro Laranja Mecânica. O escritor nasceu há mais de cem anos e sua visão distópica ainda paira sobre a cultura popular. O que talvez seja ainda mais intrigante, porém, é como o livro foi engolido por um  de mundo repleto de espionagem russa, fake news e paranoia — e fãs como David Bowie, Stanley Kubrick, Mick Jagger e Andy Warhol.

Resgatando a Inglaterra: a retórica do imperialismo e o Exército da Salvação

Resgatando a Inglaterra: a retórica do imperialismo e o Exército da Salvação

Evidentemente, a visão de William Booth sobre o colonialismo não se limitava somente à metáfora ou à retórica: o projeto colonial britânico oferecia precisamente o mecanismo pelo qual essa ideia seria realizada. Ao definir a Inglaterra como um lugar de trevas, Booth ilumina seu “plano de libertação”: um projeto que relaciona a reforma moral e religiosa a empregos vantajosos em colônias cuidadosamente construídas na própria Inglaterra e no exterior. Seu modelo interdependente pretendia oferecer “trabalho para todos” por meio de um “esquema” que “se divide em três seções e cada uma é indispensável para o sucesso integral”. O autor chamou esse esquema em três partes de “família patriarcal”.